Se a mulher do relato vivesse hoje, ela provavelmente não sofreria por 12 anos. O diagnóstico seria feito em minutos com um ultrassom, e o tratamento seria resolvido ou com terapia hormonal (pós-1960) ou com uma pequena cirurgia por câmera (pós-1980).
Nota Histórica: Na época do relato, a medicina grega e romana usava tratamentos ineficazes e muitas vezes dolorosos, como cauterização com ferro quente ou misturas de ervas que, como diz o texto, só faziam a paciente “gastar tudo o que tinha” sem resultado.
